quarta-feira, 15 de maio de 2013

Todas mulheres deviam se amar como são! Na verdade, devia ser assim com todo ser humano, mas as mulheres sabem do que estou falando. Ouvimos e lemos todos os dias e, acabamos por acreditar nisso, que devemos ser magras, andar com as roupas da protagonista da novela das 21h, ter uma vida profissional bem sucedida, disposição pra ir à academia (pra ficar panicat), ter um príncipe como namorado, não ficar irritada na TPM e ser linda, mesmo com uma vassoura na mão e três filhos pra cuidar. E as que não pensam assim, invariavelmente sofrem com todas as outras mulheres no mundo que dizem o tempo todo que precisam se cuidar mais. E por acreditar no que alguns dizem, gastamos horas no salão e rios de dinheiro com tratamentos estéticos, produtos pro cabelo, pele, nariz, olheiras, dedinhos do pé e até partes do corpo que você nem cogitaria. É, pra ficar bonita, viramos o diabo. Eu, como a maioria das pessoas, acredito que não há nada de errado em querer se cuidar, ficar bonita pra si e para os outros, porque no fundo, mulher só sente bonita mesmo quando desperta o desejo dos homens e a invejinha de outras mulheres. O erro mesmo está nas cobranças excessivas de nós com nós mesmas, nessa insegurança destrutiva que nos enche de dúvidas e de falta de fé em si. A gente precisa mesmo ficar se comparando o tempo todo? Existem centenas de mulheres maravilhosamente lindas espalhadas por ai, mas não precisamos parecer com elas pra sermos bonita também ou precisamos? Aceite sua cor, seu corpo, sua pele, seu cabelo e se for pra mudar alguma coisa, mude primeiro a forma como se vê! Complicado, sim. Necessário, também!

domingo, 17 de fevereiro de 2013

Pra alguns, evitar a realidade é fraqueza, pra outros, ainda é um jeito torto de se manter firme. Há quem beba, há quem fume, há quem converse, há quem cale, quem pratique esportes, há quem jogue xadrez, há quem escreva, há quem queira acreditar que a vida é uma eterna festa, há quem insista em permanecer na infância pra não ser gente grande, há quem dance, quem viaje, quem leia, quem assista... Na verdade, todo mundo em algum momento, tem um jeito seu de sair desse mundo doído e doido. Talvez nem seja pra desacreditar da realidade, mas pra torná-la mais amena. Uma pena que o tempo para os nossos prazeres tem sido cada vez menor e cada vez mais, substituímos o desejo do fazer, pela necessidade do realizar.
Música, música, música... se estava triste, pensava em música, se estava alegre mais ainda. Tinha uma relação afetiva forte com as suas preferidas e achava que o compositor a fez pensando exatamente no que ela estava pensando. Se sentia meio dona de algumas, era como se alguma parte da sua vida estivesse transcrita naqueles versos.
Se irritava quando ouvia músicas que não gostava, mas por outro lado, perdoava os que ouviam. Pra eles, aquele tipo de canção trazia a mesma sensação que ela tinha quando ouvia o tipo de música que julgava “boa”, não há como saber qual delas era a melhor. Se causava sensações das mais diversas, ela é boa pra quem ouve.
Sabia que tolerância musical era quase uma virtude divina, mas sabia mais ainda que o poder da música era o de fazer quem ouve transitar entre o mundo real e o mundo que cada um tem dentro de si. E se algumas pessoas sentiam isso ouvindo Arrocha, Funk,  Pagode baixaria, Mantra,  Bolero, música gritada ou qualquer outra coisa, tinha que respeitar... mas no fundo, se perguntava se as pessoas que ouviam música que ela não gostava, não podiam usar fone de ouvido. Ela estava longe de alcançar a divindade.

segunda-feira, 28 de janeiro de 2013


Das coisas que vi da vida, muitas delas eu queria esquecer. Outras, queria mudar e outras eu queria deixar assim, eternizadas. As que servem pra esquecer, sempre serão lembradas de alguma forma e inevitavelmente sempre me pego revivendo elas e pensando “não quero nem lembrar”. As que eu queria mudar, ficam aqui intactas, paradas, pairando a impotência, na ausência de ter o que fazer. As que eu queria eternizar, de alguma forma, já se eternizaram.
Domingo, definitivamente, foi um dia feito pra esquecer, que ninguém vai poder mudar e que vai se eternizar. 

Quantos casais você conhece? Dos que conhece quantos estão felizes? Dos que estão felizes, quantos têm saudade do seu tempo de solteiro?
Fatalismo ou não, romantismo ou não, pessimismo ou não, a sensação que paira no ar é que as pessoas estão com medo de amar. Como se entregar ao outro, fosse se perder de si, de alguma forma. Evita-se o encontro, hesita-se o desejo, deixa-se de se permitir e assim, os bares andam cheios, as festas lotadas e os corações vazios.
Não importa qual o signo do zodíaco, a preferência sexual, a cor da pele, a roupa que usa ou o lugar que freqüenta, para algumas pessoas, a sensação de ter o mundo, viajar, conquistar coisas, construir planos, ainda é muito mais singular do que plural, como se aquilo tudo só fizesse sentido se primeiro for seu e quem sabe depois, de outro.
As pessoas têm medo de amar, como se fosse proibido dividir com outro o sentido das coisas. Muito embora, a única coisa que reste de algumas noites é a ausência de um sentido.
A parte boa da história é que tudo isso se torna lugar comum quando o encontro acontece e eles acontecem aos milhões, pode ser no carnaval ou na fila do banco, na festa ou no curso de inglês, quando o encontro acontece, só o que se deseja é transformar o Eu em Nós!
E não importa o que digam, o que eu saiba, nem o que veja...Eu ainda acredito em encontros!

segunda-feira, 21 de janeiro de 2013



Vai lá... prova tua força, mostra do que você é capaz,  enfrenta teus medos, suporta tuas dores, encara de frente!
Ombros cansados estão ai aos montes, a diferença entre eles e você nada mais é do que tua capacidade infinita de ser tudo o que você mais deseja, mesmo quando você mesmo, é tudo que mais teme.
Vai lá, crê que você pode ser capaz de conseguir ir além do que pode, além do que julgam, além do que você mesmo sabe!
Os desafios existem pra testar tua fé, mesmo quando a única fé que te cabe é em si mesmo. Palavras só têm força quando geram resultados. Vai lá...




sexta-feira, 18 de janeiro de 2013


 Ninguém é tão inteligente que não tenha o que aprender, tão viajado pra não ter o que conhecer e nem tão completo pra não ter o que desejar.
O mundo é infinidade de opções e descobertas! Redescobri-se, reinventar-se e revelar-se são imperativos!