O mundo é infinidade de opções e descobertas! Redescobri-se, reinventar-se e
revelar-se são imperativos!
sexta-feira, 18 de janeiro de 2013
quarta-feira, 16 de janeiro de 2013
Quando o improvável acontece...
Eles não acreditavam mais em
romances, daqueles que simplesmente chegam, causam uma tempestade, avassalam a
alma e fazem perder o sentido, eles aprenderam a ter os pés no chão, apesar de
suas mentes andarem sempre nas alturas. Mas de uma coisa eles não podiam
duvidar, a história dos dois era meio mágica, dessas que você ouve e se
pergunta se pode acontecer com você também.
O encontro dos dois aconteceu muito antes de que soubessem de suas existências, um laço maior chamado destino, já tinha os unidos num passado não muito distante, fazendo com que aquela sensação de reencontro, que sentiram quando enfim suas almas se acharam, não fosse nada mais do que o coração de velhos amigos pulsando e abençoando aquele momento. Eles eram do mesmo bairro, do mesmo ciclo, da mesma relações entre as famílias e ainda assim, quem poderia prever algo tão inusitado? Quem poderia supor que aquele menino, que era apenas o filho de alguém próximo, se tornaria um homem capaz de fazê-la tão feliz? E quem julgaria que aquela menina, que era apenas uma das mais populares da cidade, iria se tornar objeto de desejo dele?
Os dois percorreram individualmente caminhos que os preparam para o encontro, que eles nem imaginavam que estava próximo. Enquanto esperavam um pelo outro, ele precisou deixar de ser menino pra aprender a ser homem e tomar pra si responsabilidades que os tornou capaz de ser forte e ela, aprendeu com a vida e com as perdas pelo caminho, a capacidade de se refazer a cada dia e se tornar cada vez mais feliz . Ao se acharem, ela encontrou nele um conforto pros seus ombros cansados, uma paz que vinha acompanhada sempre da melodia de uma canção ou do toque de uma zabumba. Ele, passou a olhar pra ela com respeito e admiração, sabendo que qualidades como as que ela tinha, só caberia a pessoas iluminadas.
Eles são da mesma fé, da mesma sintonia, da mesma vibração e da mesma vontade de vida. Juntos são carnaval fora de época, sorrisos em dias de chuva, cerveja nas segundas e juntos, conseguem sintetizar a leveza, paz, carinho, harmonia e uma grande dose de felicidade!
Eles não sabiam o que aconteceria, apenas se deixaram ser guiados por uma força maior que os atraia e por não saber o que iria acontecer, eles adoraram as novidades. Gostavam cada vez mais de descobrir semelhanças e até as divergências, gostavam daquela sensação de se sentir em casa sempre que um visitava o mundo do outro, eles se gostavam e por si gostar, acreditavam que isso bastava. Eles não desejam mal a ninguém, mas em contrapartida, desejam um bem enorme pros outros e pra si mesmos. Eles não sabiam o que os esperavam pela estrada, mas só de saber que iriam percorrer o caminho juntos, se sentiam mais fortes e protegidos.
Eles foram um encontro do passado, que se tornou um dos maiores presentes, no presente.
Toda a felicidade do mundo, é o que eles
merecem! O encontro dos dois aconteceu muito antes de que soubessem de suas existências, um laço maior chamado destino, já tinha os unidos num passado não muito distante, fazendo com que aquela sensação de reencontro, que sentiram quando enfim suas almas se acharam, não fosse nada mais do que o coração de velhos amigos pulsando e abençoando aquele momento. Eles eram do mesmo bairro, do mesmo ciclo, da mesma relações entre as famílias e ainda assim, quem poderia prever algo tão inusitado? Quem poderia supor que aquele menino, que era apenas o filho de alguém próximo, se tornaria um homem capaz de fazê-la tão feliz? E quem julgaria que aquela menina, que era apenas uma das mais populares da cidade, iria se tornar objeto de desejo dele?
Os dois percorreram individualmente caminhos que os preparam para o encontro, que eles nem imaginavam que estava próximo. Enquanto esperavam um pelo outro, ele precisou deixar de ser menino pra aprender a ser homem e tomar pra si responsabilidades que os tornou capaz de ser forte e ela, aprendeu com a vida e com as perdas pelo caminho, a capacidade de se refazer a cada dia e se tornar cada vez mais feliz . Ao se acharem, ela encontrou nele um conforto pros seus ombros cansados, uma paz que vinha acompanhada sempre da melodia de uma canção ou do toque de uma zabumba. Ele, passou a olhar pra ela com respeito e admiração, sabendo que qualidades como as que ela tinha, só caberia a pessoas iluminadas.
Eles são da mesma fé, da mesma sintonia, da mesma vibração e da mesma vontade de vida. Juntos são carnaval fora de época, sorrisos em dias de chuva, cerveja nas segundas e juntos, conseguem sintetizar a leveza, paz, carinho, harmonia e uma grande dose de felicidade!
Eles não sabiam o que aconteceria, apenas se deixaram ser guiados por uma força maior que os atraia e por não saber o que iria acontecer, eles adoraram as novidades. Gostavam cada vez mais de descobrir semelhanças e até as divergências, gostavam daquela sensação de se sentir em casa sempre que um visitava o mundo do outro, eles se gostavam e por si gostar, acreditavam que isso bastava. Eles não desejam mal a ninguém, mas em contrapartida, desejam um bem enorme pros outros e pra si mesmos. Eles não sabiam o que os esperavam pela estrada, mas só de saber que iriam percorrer o caminho juntos, se sentiam mais fortes e protegidos.
Eles foram um encontro do passado, que se tornou um dos maiores presentes, no presente.
domingo, 13 de janeiro de 2013
Eu nunca esperei ser modelo de nada, por isso mesmo, não me culpo tanto em não ter sido a melhor aluna da classe, a mais inteligente da turma e nem muito menos ter o cabelo mais bonito do salão, muito pelo contrário. É que não acredito em modelos, essa coisa pré fabricada, inventada por alguém, atrevido o suficiente pra apontar que este ou aquele padrão deve ou não ser aceito, assimilado. Os padrões tornam tudo e todos capazes de ser julgados, decifrados, compreendidos, previstos, muito antes de serem conhecidos.
Acredito e me convenço cada dia mais que a singularidade é a coisa mais simples e original que pode existir, afinal, as coisas que mais nos movimentam, são únicas, padronizadas e modeladas ao nosso corpo, nosso jeito, nossa alma. Ninguém ama igual, ninguém sente igual, ninguém acredita igual, ninguém sonha, deseja, sofre, ri com as mesmas coisas. Então, de onde vem essa necessidade de sermos este tipo de coisa que alguém inventou?! Pra mim, não há nada mais cafona do querer ser igual a todo mundo.
Acredito e me convenço cada dia mais que a singularidade é a coisa mais simples e original que pode existir, afinal, as coisas que mais nos movimentam, são únicas, padronizadas e modeladas ao nosso corpo, nosso jeito, nossa alma. Ninguém ama igual, ninguém sente igual, ninguém acredita igual, ninguém sonha, deseja, sofre, ri com as mesmas coisas. Então, de onde vem essa necessidade de sermos este tipo de coisa que alguém inventou?! Pra mim, não há nada mais cafona do querer ser igual a todo mundo.
quinta-feira, 3 de janeiro de 2013
Às vezes a gente se esforça tanto pra achar uma solução pra
mudar o mundo e ajudar alguém e esquece que dar bom dia já é uma grande ajuda.
Perguntar como a pessoa que você encontra todos os dias está, é uma forma de
ajuda. Ficar em silêncio quando tudo é barulho ou dar ouvidos a quem tem ânsia
de palavras é uma forma de ajudar ou pelo menos, não atrapalhar. Às vezes ajudar é não fazer nada,
mas ficar ao lado, só pra que a outra saiba que você está ali e fazer com que ela
se sinta protegida. Ajudar é aceitar as diferenças e ser paciente com quem é diferente.
As grandes mudanças passam por um processo individual, de perceber que ajudar o outro é uma maneira de se ajudar também.
As grandes mudanças passam por um processo individual, de perceber que ajudar o outro é uma maneira de se ajudar também.
E não importa o quanto a gente já maldisse a vida ou se arrependeu de ter feito alguma coisa, o que a gente quer mesmo é ser feliz agora, já! Mesmo quando a felicidade está no seu quarto com seus livros e músicas e todo mundo te acha autista, a felicidade pode estar quando você ouve sozinho uma música que tem vergonha de assumir que é seu hino. Ou quem sabe até se consegue ser feliz ouvindo um barulhinho qualquer que te lembre alguma coisa boa. A gente quer ser feliz com quem a gente acha que traz felicidade, mesmo quando o resto do mundo diz o contrário, a gente quer feliz fazendo o que gosta, mesmo quando a única coisa que a gente goste é dormir o dia todo. A gente quer ter feliz tendo saúde, ainda que muitos de nós ainda não saiba o que é perde-la. A gente quer ser feliz no trabalho, mesmo quando sente que está na profissão errada, a gente quer ser feliz fazendo a coisa certa, mesmo sendo a coisa errada a se fazer.
A gente quer ser feliz na praia, no sertão, no rio, na piscina, na areia... a gente quer feliz sem saber direito o que fazer pra conseguir isso, mas a gente quer.
E eu sinto uma vontade imensa de sair do meu conforto pra ir encontrar a necessidade do outro e torná-la um pouco minha também. Sei que falando assim parece discurso demagogo e cheio da moda de “política de altruísmo”. Mas, ainda me assombra essa falta de coragem em fazer algo que não seja apenas pra mim. Quero poder ir além do que posso, ser além do que sei, fazer algo pra que minha existência não se torne apenas uma mera convivência com as coisas que eu poderia ter feito e não fiz, não sei se um dia conseguirei ser o que espero, mas acredito que a vontade em mudar já é o primeiro passo pra mudança!
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