domingo, 28 de outubro de 2012



Que o peso das angustias não diminua as esperanças
Que os resultados negativos não nos deixem céticos
Que as segundas não ofusquem as sextas
Que as boas pessoas, façam esquecer as más
Que as receitas sejam esquecidas e reinventadas diariamente
Que assim seja!

quinta-feira, 25 de outubro de 2012




Amor, que vira saudade, que vira lembrança, que vira saudade, que vira amor, que vira do avesso...


Que nunca nos falte sorrisos sinceros, abraços protetores e mãos dadas. Porque o amor ainda é a forma mais lúcida de fugir da loucura...


Dos meus pais quero a eterna sensação de calma e o abraço, o lugar mais seguro do mundo. Dos meus irmãos quero a presença, ainda que na ausência, do amor mais sincero que experimentei. Da minha família, quero as risadas mais gostosas e a cumplicidade mais verdadeira. Dos meus amigos... deles eu não quero nada, eles já me dão tudo mesmo sem eu pedir.


Música serve pra dizer pra alguém o que você não saberia explicar, serve pra você pensar que o autor traduziu seus pensamentos quando a compôs. Algumas músicas as vezes nem servem pra nada, mas quando você está com os amigos na mesa de um bar, elas nunca serviram pra tanto!
Tem música pro chuveiro, pra melancolia, pra alegria, pra tristeza, pro amor!
Ouvir música e pensar em música é uma forma de se transportar desse mundo e habitar um outro, que é só nosso! Se eu não fosse gente, com certeza queria ser música...

domingo, 21 de outubro de 2012


Talvez um dia a gente aprenda que amigos são a extensão de nós mesmos e que sem eles os bares não teriam razão de existir. 
 Quem sabe a gente aprenda que querer ser o que não é, é tão desconfortável como calçar um sapato de tamanho menor, pode até ficar bonito pros outros, mas só você sabe a dor que causa.  
Eu espero que aprendamos que a distância entre o que se quer e o que se consegue é o empenho que se deposita no que quer que seja.
Seria perfeito se todo mundo aprendesse a respeitar o outro, de certa maneira é uma forma de respeitar a si mesmo.                
Quem sabe um dia a gente aprenda que felicidade é um estado de espírito próprio e que cada um procura ser feliz do seu jeito.    
Queria ensinar pra todo mundo o amor que aprendi a devotar à minha família, eles são a tradução mais perfeita da palavra cumplicidade.  
Talvez a gente ainda aprenda que aprender é um exercício contínuo e diário, que não exige muita coisa além de disposição e certeza de que não se sabe de tudo!

quinta-feira, 18 de outubro de 2012

Ela podia ser como a maioria, que enxerga tudo de maneira mais simples e sem muitas fantasias. Podia deixar de procurar respostas pra perguntas irrespondíveis, podia fazer como a maioria faz, apenas deixar de questionar.             
Mas ela sabia que não podia ser assim, já que ela mesmo não deixava de se inquirir. Perguntava-se sobre coisas que não podia mudar, como não poder simplesmente extinguir do mundo algumas espécies humanas da pior qualidade ou quem sabe criar um estado só pra deportar gente mal educada. Tinha perguntas tolas, como se os artistas eram mais felizes, sem a obrigação de cumprir horários ou prazos pra entrega de relatórios ou metas a serem batidas. Ou sobre a existência de ET’s, vida após a morte, amor depois dos 70, como seria viver nos seus filmes preferidos... se perguntava por quê era assim.   
Ficava horas se perguntando o que podia fazer pra mudar o mundo, mas sabia que era muita imaginação, pra pouca ação. Percebeu que primeiro precisava mudar o seu mundo e que as mudanças mais revolucionárias partiram de dentro pra fora.                
Ela ficava o tempo todo pensando nas coisas que estavam na sua cabeça e que precisava  por pra fora, olhava pro lado e se questionava sobre o que as pessoas iam achar se ela falasse tudo aquilo, então, ela escrevia. Escrevia, escrevia... como se quisesse se esconder do mundo, se sentia mais segura dentro dos seus pensamentos. E se questionava se não podia morar lá.